quinta-feira, 5 de agosto de 2010

DEUS,O REFERENCIAL DE PAI



“Continuou: certo homem tinha dois filhos…” Lucas 15: 11



Cada dia que se passa o homem tem perdido o referencial do que é ser pai. Muitos filhos, nunca conheceram ou jamais irão conhecer seus pais.

Creio que muitos não assumem sua função de pai, ou porque não tiveram um referencial de pai amoroso e responsável ou não se apercebem da real importância desta tão nobre missão de ser pai.

Ser pai é influir no destino da humanidade. Ser pai é deixar marcas de seu caráter em seus filhos e posteridade.

Não seria a causa determinante das infelicidades de muitos a falta da presença paterna?

Será que a presença de um pai amoroso, participativo, responsável, respeitoso e compreensivo numa família, evitaria o crescimento de filhos rebeldes, criminosos e infelizes?

O QUE SE ESPERA DE UM PAI?

A segunda voz que o filho mais vai ouvir depois de nascer é a voz do pai, a primeira é a da mãe.
O filho aprende a amar aquela voz e a ter segurança de que mais alguém o ama, além de sua mãe.
O pai traz segurança, suprimento, amor, carinho, perdão; o pai traz autoridade e disciplina.
O pai é aquele que marca o relacionamento familiar não só pela sua figura de autoridade, mas levando a família à diversão, ao lazer e a descontração.
O pai é aquele que é um sacerdote (ou pelo menos deveria ser) do lar, um homem de oração, não um super homem que sozinho procura solucionar tudo, mas um homem de fé, de confiança no Deus que tudo supre ( Salmo 128).
Muitos filhos gostariam de abraçar seu pai, mas não podem. Ou porque já morreram ou porque estão distantes, ou não sentem liberdade de dizer: “ Pai eu te amo” , ou porque nutrem ressentimentos por ele.
Quantos pais têm uma enorme dificuldade de dizer: “ Filho (a) eu te amo; perdoa-me.”
Nós temos um referencial ideal de Pai: Deus o Pai de misericórdia e de toda consolação. “ Graça a vos outros e da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.” II Coríntios 1: 2,3.
A visão do filho pródigo para com o seu pai em Lucas 15: 11: “Meu pai é um homem próspero e bom e eu estou passando fome. Pedirei perdão ao pai e certamente que me receberá de volta”. Mostrou confiança no pai que tinha.
Quantos filhos não têm essa confiança em seu pai?
Demonstrou boas recordações do seu pai, sabia que ele o perdoaria, e o alimentaria, um pai misericordioso e provedor. O filho, apesar de transgressor, era seu filho.
O bom pai sempre espera seu filho voltar (esperança), ficou cheio de compaixão, manifestou carinho e amor, suprindo-o em suas necessidades. VS 23.
Somos filhos de Deus ( essa é a nossa herança e confiança). O nosso Pai é o Deus amado. O nosso Pai é amoroso; perdoador; misericordioso; paciente. “ Como o Pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem. Pois Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Salmo 103:13,14.

“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, ao ponto de sermos chamados filhos de Deus. Por esta razão o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a Ele mesmo. Amados, agora somos filhos de Deus,…”I João 3:1,2.

Os filhos buscam um pai perfeito amoroso, carinhoso que os pegue no colo e ministre amor e atenção. O modelo de pai perfeito está em Deus. Como filhos, devemos ser agradecidos, e nunca deixar de honrá-lo.

OS ATRIBUTOS DE DEUS PAI PARA CONOSCO

Provedor: “ Ora, se, vos, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que esta nos céus dará boa coisa os que lhe pedirem.” Mateus 7:11.
Amigo e conselheiro: “ Pai meu, tu es o amigo da minha mocidade” Jeremias 3:4. “ Seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz” Isaías 9:6.
Disciplinador: “ Filho meu, não menospreze a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por Ele for reprovado porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a que recebe…Hebreus 12: 5,6,8,11.
Redentor: aquele que perdoa as faltas de seus filhos, e faz com que suas falhas e fraquezas produzam o bem; aquele que salva. “ O Senhor é misericordioso e compassivo; longânimo e benigno… quanto desta o oriente…como Pai se compadece…” Salmo 103: 8,12,13.
Consolador: aquele que tem cuidado de nós e nos consola nas horas da tribulação. “ Bendito seja Deus e Pai de nosso Senhor Jesus, o pai de misericórdia e o Deus de toda a consolação”. II Coríntios 1:3,4.
Defensor e libertador: aquele que tem prazer em nos proteger, defender e livrar. “ O que habita no esconderijo do Altíssimo, e descansa…Salmo 91:1-3. Pai, é aquele que deseja livrar-nos de todos os deuses falsos, a fim de tornar-se o nosso Pai: “ Serei vosso Pai, e vós serei para mim filhos e filhas. II Coríntios 6:18, Pai dos órfãos ( viúvas) Salmo 68: 5,6, Pai de amor, “ porque o próprio Pai vos ama …“.João 16:27
Nós temos um modelo de pai, o Pai amado, amoroso e carinhoso, que não obstante, o filho ter tomado uma decisão errada, estava pronto pra recebê-lo de volta, trocar sua roupa maltrapilha, colocar um anel no dedo, mandar fazer um banquete, e dizer: “Filho eu te amo, você é muito precioso para mim!”.

DEUS CONFIA EM NÓS



"Tomando consigo os doze..."
(Lucas 18:31).

Que coragem essa a de Deus, a de confiar, confiar em nós! "Mas ele não agiu com sabedoria ao escolher-me, porque não há nada em mim; não tenho valor nenhum" — diria você. Foi extamente, por isso mesmo que ele o escolheu. Enquanto achar que possui algum valor, ele não poderá escolhê-lo, porque tem certos objetivos próprios para alcançar. Mas, se já permitimos que ele nos fizesse desistir de nossa auto-suficiência, então ele poderá ter livre acesso ao nosso coração e assim, sem impedimento nos chamar para acompanhá-lo até Jerusa­lém (Lucas 18:31) e nisso está implícito o cumprimento daqueles propósitos que ele nem está na disposição de discuti-los conosco sequer.
Pensamos que, pelo fato de alguém ter suas aptidões naturais, automaticamente, será um bom cristão. Não isso, não é verdade. Mas aqui, o que esta em jogo, o impor­tante não é nossa capacidade. Mas antes, nossa "pobreza", a consciência de que somos pó, e depois de tudo, ao pó voltaremos. A raiz da palavra pobreza, vem exatamente, daí, PÓ. Não é o que trazemos conosco, mas aquilo que Deus coloca em nós, gerado em nós, através de um relacinamento pessoal com ELE. Não se trata aqui de virtudes naturais, da força de caráter, sabedoria, talento ou até mesmo experiência — nessa questão nada disso tem valor. O que pesa mesmo, é sermos levados pelo grandioso impulso de Deus para nos tornarmos seus compa­nheiros. Aquele impulso que houve quando Jesus cruzou no caminho de Mateus que ao olhar para ele, simplesmente lhe disse: “Segue-me”. E imediatamente, Mateus larga tudo e passa a segui-lo, e viver dele e para ele. Mateus ao ouvir sua voz, e ao olhar nos seus olhos, e ver o meigo e poderoso amor de Jesus; ele teve a certeza de que aquele homem era o TUDO, e que estava diante dele uma perspectiva nova; o futuro estava diante dele e o convidava para segui-lo. A quem você esta seguindo hoje?
Os companheiros de Deus são pessoas que reconhecem as suas limitações, a sua própria pobreza; mesmo que estejam a ocupar e desempenhar funções e lugares de destaque aos olhos dos outros. O que nos dá valor, não é o que somos, mas quem nos chama e nos capacita em sua força. Deus não pode usar a pessoa que se acha útil a ele. Como cristãos, não saímos em defesa de nossa própria causa, mas antes e acima de tudo, em defesa da causa de Deus em Cristo — que não tem nada a ver com nossos interesses pessoais. Mesmo não sabendo qual o propósito de Deus para nós, temos que manter nosso relacionamento com ele, aconteça o que acontecer. Não devemos permitir que coisa alguma, em momento algum, prejudique o relacionamento que temos com Deus; se ele for prejudicado, temos que parar e concertá-lo logo ali. No cristianismo o mais importante não é o trabalho que fazemos para Deus, mas o relacionamento que mantemos com ele e o ambiente que esse relacionamento produz em nós. É a única coisa de que Deus nos pede para cuidar e é justamente a única que está constantemente sob ataque cerrado, o nosso relacionamento com Ele. Permaneça nele e fortalecido pela sua força para chegar a Jerusalém e ali permanecer aprovado. Não basta começar, o importante é permanecer.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

TOLERÂNCIA,OS DOIS LADOS DA MOEDA



O pecado vem dominando o mundo em toda a sua extensão.A sua prática tem sido colocada como opção de vida,liberdade de expressão,direito de escolha e tantos outros codinomes que o diabo,com sutileza,inventa para mascarar a transgressão aos princípios divinos.
Uma das suas maiores armas para propagação do pecado é a incorporação da tolerância excessiva ao caráter humano.Essa tem sido uma tarefa muito fácil para o diabo,já que a estultícia esta ligada ao coração do homem desde a queda.
O que o inimigo faz é tentar afastar os homens cada vez mais da presença de Deus,convencendo-os de que o pecado,na verdade,está na intenção e não na ação em si.
Afastando-se dos padrões de Deus,facilmente os padrões do mundoserão assimilados.Assim a permissividade,ou seja,a tolerância ao pecado,adormece a consciência e mata o espirito.
A palavra de Deus garante que o salário do pecado é a morte.(Romanos 6:23)O termo morte tem um sentido muito abrangente.Ele exprime tanto a idéia de morte espiritual como a de morte física e a de morte eterna,sendo esta última a pior delas,por ser irreversível.
Talvez por não conhecerem ou por negligênciarem os princípios da palavra de Deus,muitos perecem na mais profunda dormência espiritual.Isto nos leva a experimentar as dores e o intenso sofrimento causados pelo pecado.A Bíblia afirma que o povo de Deus está sendo destruido por falta de conhecimento.(Oséias 4:6)O profeta Oséias já dizia:"o que só prevalece é só perjurar,mentir,matar,furtar e adulterar,e há arrombamentos e homicídios sobre homicídios.Por isso a terra está de luto,e todo o que mora nela desfalece..."(Oséias 4:2-3)
A vilência,a mentira e o adultério são resultado da tolerância ao pecado.
Hoje,porém,a terra não precisa continuar de luto,pois Jesus Cristo derramou o seu sangue para trazer vida a todos os homens que estavam mortos em seus delitos e pecados.
Infelizmente,ainda hoje,muitos permanecem tolerantes com o pecado,que vem destruindo muitas vidas,como aconteceu no passado.
Quando se peca,zomba-se de Deus,rejeita-se o sacrifício de Jesus e despreza-se a sua ressurreição.
Não sejamos tolerantes como Eli foi,á ponto de praticamente fechar os olhos diante do pecado.