quinta-feira, 15 de julho de 2010

QUEM PECOU PRIMEIRO?



Normalmente se ouve dos púlpitos que os primeiros habitantes do jardim do Éden,Adão e Eva foram os primeiros a pecar,se considerarmos os primeiros a pecar entre os humanos,sim,a afirmação é correta,mas como genere geral,então precisamos ir um pouco além.
Lemos em Isaías 14:13-14,referindo-se á Lúcifer,algo esclarecedor:"tu dizias no teu coração:eu subirei ao céu;acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei,nas extremidades do norte;subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo."
E em Ezequiel 28:17:"Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura,corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor;lancei-te por terra..." No primeiro texto a atitude de um ser angelical,no segundo a sentença de Deus.
Assim,Adão e Eva foram induzidos a pecar,pelo que pecou primeiro.
Qual teria sido o pecado de Lúcifer?
No versículo 11 de Isaías 14,está escrito:"Derribada está na cova a tua soberba..."sim,foi exatamente este o pecado de Lúcifer,a soberba,o orgulho.
O espírito do orgulho,continua fazendo muitas vítimas ainda em nossos dias;a pequena palavra"eu"continua a provocar muitos estragos.O que muitos não percebem é que o orgulho é gerador de outros muitos males como a rebelião,a presunção,a arrogancia e o pior de todos:a criação de um mundo próprio e egoístico em torno de si mesmo,gerando uma aparente independência e um verdadeiro distanciamento do seu próximo e de Deus,que não criou o homem sectário,mas segregário,ou seja,na coletividade.
Nesta vida que á propósito passa velozmente,não importa quem és ou o que tens,seja de bens ou poder;um dia compareceremos todos,indistintamente,face a face com o criador e sustentador do universo,o Senhor Deus dos céus e da terra,teremos que responder:quem é ELE na nossa perspectiva?o que será neste dia para o orgulhoso que recusou a universalidade de Deus,preferindo o seu próprio "eu"?
É possível observar algumas características do orgulhoso:

1)O orgulho jamais entra em acordo com a integridade.
Como o orgulho infringe diretamente o caráter de seu possuidor,este,perde completamente o senso de honestidade e confiança,porque os seus próprios interesses estão bem acima de qualquer outro.

2)O orgulhoso se sente sempre especial.
porque é sempre abastecido por informações que são verdadeiramente enganosas como:"você é único,você é o melhor,você é realmente diferente de todos..."

3)O orgulhoso se concentra sempre sobre "os seus direitos" e não sobre "as suas responsabilidades".
O orgulhoso diz sempre:"é meu direito,por isso posso fazê-lo",porque sempre está voltado para si mesmo,e não para os de fora.Na mente do orgulhoso este é o lema: "tudo pra mim,nada pra você".

sexta-feira, 28 de maio de 2010

As razões dos não-dizimistas


As razões dos não-dizimistas
28/05/04
HEBREUS 7.1-10
A doutrina do dízimo é inaceitável para aqueles que ainda não tiveram uma experiência pessoal com Jesus Cristo. Isto porque não foram ainda marcados pela consciência da causa de Deus nem pela prioridade do Seu Reino.
No Novo Testamento a palavra DÍZIMO aparece 9 vezes e ligadas a duas situações:
1) Mt 23.23 = Partindo dos lábios de Jesus em relação aos fariseus. Jesus aqui reafirma a necessidade do dízimo, ao mesmo tempo que denuncia sua prática como demonstração de piedade exterior (Lc 18.12) – “Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho.” Também Jesus denuncia a prática do dízimo como substituição de valores do Reino tais quais: justiça, misericórdia e fé (Lc 11.42).
2) Hb 7. 1-10 = Eis as lições desse texto: a) O Pai da fé deu dízimo de tudo – v. 2; b) O pai da fé deu o dízimo do melhor – v. 4; c) A entrega dos dízimos se deu não por pressão da lei, uma vez que o povo israelita ainda não existia e, portanto, muito menos a lei judaica – v. 6; d) Hebreus nos faz perceber e reconhecer a superioridade do valor do dízimo que é dado a Cristo (imortal) em relação ao dado aos sacerdotes (mortais) – v. 8; e) O autor destaca que os que administram os dízimos também devem ser dizimistas – v. 9.
Ser ou não ser dizimista é uma questão de acreditarmos na causa que abraçamos, na “pérola que encontramos.”
Hoje muitos crentes não são fiéis a Deus na entrega dos dízimos. Para justificar esta atitude criam vários justificativas e desculpas. Se dependessem deles a igreja fecharia as portas. Não existiria templos, nem pastores, nem missionários, nem bíblias distribuídas, nem assistência social.
Eis as justificativas clássicas dos não-dizimistas:
I. JUSTIFICATIVA TEOLÓGICA
Ah, eu não sou dizimista, porque DÍZIMO é da lei. E eu não estou debaixo da lei, mas sim da graça.
Sim! O dízimo é da lei, é antes da lei e é depois da lei. Ele foi sancionado por Cristo. Se é a graça que domina a nossa vida, porque ficamos sempre aquém da lei? Será que a graça não nos motiva a ir além da lei?
Veja: a lei dizia: Não matarás = EU PORÉM VOS DIGO AQUELE QUE ODIAR É RÉU DE JUÍZO
a lei dizia: Não adulterarás = EU PORÉM VOS DIGO QUALQUER QUE OLHAR COM INTENÇÃO IMPURA…
a lei dizia: Olho por olho, dente por dente = EU PORÉM VOS DIGO: SE ALGUÉM TE FERIR A FACE DIREITA, DÁ-LHE TAMBÉM A ESQUERDA.
A graça vai além da lei: porque só nesta questão do dízimo, ela ficaria aquém da lei? Esta, portanto, é uma justificativa infundada.
Mt 23.23 = justiça, misericórdia e fé também são da lei. Se você está desobrigado em relação ao dízimo por ser da lei, então você também está em relação a estas virtudes.
II. JUSTIFICATIVA SENTIMENTAL
Muitos dizem: A bíblia diz em II Co 9.7 “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria” = espontânea e com alegria.
Só que este texto não fala de dízimo e sim de oferta. Dízimo é dívida. Não pagar dízimo é roubar de Deus.
Perguntamos também: O que estará acontecendo em nosso coração que não permite que não tenhamos alegria em dizimar? Em sustentar a Causa que abraçamos e defendemos?
III. JUSTIFICATIVA FINANCEIRA
“O que eu ganho não sobra ou mal dá para o meu sustento.
1) O dízimo não é sobra = Dízimo é primícias. “Honra ao Senhor com as primícias da tua renda.” Deus não é Deus de sobras, de restos. Ele exige o primeiro e o melhor.
2) Contribua conforme a tua renda para que a tua renda não seja conforme a tua contribuição = Deus é fiel. Ele jamais fez uma exigência que não pudéssemos cumprir. Ele disse que abriria as janelas dos céus e nos daria bênçãos sem medidas se fôssemos fiéis. Ele nos ordenou a fazer prova Dele nesta área. Ele promete abrir as janelas do céu! Ele promete repreender o devorador por nossa causa.
3) Se não formos fiéis, Deus não deixa sobrar = Ageu diz que o infiel recebe salário e o coloca num saco furado. Vaza tudo. Foge entre os dedos. Quando somos infiéis fechamos as janelas dos céu com as nossas próprias mãos e espalhamos o devorador sobre os nossos próprios bens.
IV. JUSTIFICATIVA ASSISTENCIAL
“Prefiro dar meu dízimo aos pobres. Prefiro eu mesmo administrar meu dízimo.
“ A Bíblia não nos autoriza a administrar por nossa conta os dízimos que são do Senhor. O dízimo não é nosso. Ele não nos pertence. Não temos o direito nem a permissão nem para retê-lo nem para administrá-lo.
A ordem é: TRAZEI TODOS OS DÍZIMOS À CASA DO TESOURO PARA QUE HAJA MANTIMENTO NA MINHA CASA. A casa do Tesouro é a congregação onde assistimos e somos alimentados.
Mas será que damos realmente os “nossos” dízimos aos pobres? Com que regularidade? Será uma boa atitude fazer caridade com a parte que não nos pertence?
V. JUSTIFICATIVA POLÍTICA
“Eu não entrego mais os meus dízimos, porque eles não estão sendo bem administrados.”
Não cabe a nós determinar e administrar do nosso jeito o dízimo do Senhor que entregamos. Se os dízimos não estão sendo bem administrados, os administradores darão conta a Deus. Não cabe a nós julgá-los mas sim Deus é quem julga. Cabe a nós sermos fiéis.
Não será também que esta atitude seja aquela do menino briguento, dono da bola, que a coloca debaixo do braço sempre que as coisas não ocorrem do seu jeito?
Deus mandou que eu trouxesse os dízimos, mas não me nomeou fiscal do dízimo.
VI. JUSTIFICATIVA MÍOPE
“A igreja é rica e não precisa do meu dízimo.”
Temos conhecimento das necessidades da igreja? Temos visão das possibilidades de investimento em prol do avanço da obra? Estamos com essa visão míope, estrábica, amarrando o avanço da obra de Deus, limitando a expansão do Evangelho?
AINDA, não entregamos o dízimo para a igreja. O dízimo não é da igreja. É DO SENHOR. Entregamo-lo ao Deus que é dono de todo ouro e de toda prata. Ele é rico. Ele não precisa de nada, mas exige fidelidade. Essa desculpa é a máscara da infidelidade.
VII. JUSTIFICATIVA CONTÁBIL
“Não tenho salário fixo e não sei o quanto ganho.”
Será que admitimos que somos maus administradores dos nossos recursos? Como sabemos se o nosso dinheiro dará para cobrir as despesas de casa no final do mês?
Não sabendo o valor exato do salário, será que o nosso dízimo é maior ou menor do que a estimativa? Porque ficamos sempre aquém da estimativa? Será auto-proteção? Será desinteresse?
VIII. JUSTIFICATIVA ECLESIOLÓGICA
“Não sou membro da igreja”
Acreditamos mesmo que os nossos deveres de cristãos iniciam-se com o Batismo e a Profissão de Fé ou com a inclusão do nosso nome num rol de membros?
Não será incoerência defendermos que os privilégios começam quando aceitamos a Cristo: (o perdão, a vida eterna) e os deveres só depois que nos tornamos membros da igreja? Somos menos responsáveis pelo crescimento do Reino de Deus só porque não somos membros da igreja?
CONCLUSÃO
É hora de abandonarmos nossas evasivas. É hora de darmos um basta às nossas desculpas infundadas. É hora de pararmos de tentar enganar a nós mesmos e convencer a Deus com as nossas justificativas.
É hora de sermos fiéis ao Deus fiel. É hora de sabermos que tudo é de Deus: nossa casa, nosso carro, nossas roupas, nossas jóias, nossos bens, nossa vida, nossa saúde, nossa família. TUDO É DELE. Somos apenas mordomos, administradores. Mordomos e não donos. Deus quer de nós obediência e não desculpas. Fidelidade e não evasivas.
Que atitude vamos tomar? Nosso coração está onde está o nosso tesouro. Se buscarmos em primeiro lugar o Reino de Deus, não vamos ter problemas com o dízimo. Amém.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

NAS TEMPESTADES DA VIDA,JESUS SE IMPORTA




Nas tempestades da vida,
Jesus se importa

A bíblia no relata dois histórias de tempestades das quais Jesus se envolveu.

I. Jesus fora do barco. (Mc 6:45-52)
a. Os discípulos entraram no barco e saíram sem Jesus.
b. Levantou uma tempestade.
c. Quem já passou por uma tempestade num barco ou na vida, sabe do medo.
d. Os discípulos sem Jesus - “Onde Ele está? Será que Ele sabe o que está acontecendo?”
e. Você sem Deus - “Onde está Deus? Será que Ele me ver.”
f. Quantas vezes nós pensamos que Deus esqueceu de nós ou talvez nem sabe do que estamos passando?

“E vendo-os em dificuldade a remar, porque o vento lhes era contrário, por volta da quatra vigília da noite, veio ter com eles, andando sobre o mar;” (vs 48)

g. Jesus os viu tendo dificuldade, se importou, e foi até eles.
h. Jesus sabe das suas dificuldades, ainda como incrêdulo, ele se importa. É nessa hora que Ele chega perto de você e se oferece.
i. Quantas vezes nós negamos a ajuda Dele? “Eu faço.” “Eu não preciso de Deus.” “Eu não preciso de ajuda.”
j. Interessante que depois Jesus entrou no barco, não antes, o vento cessou. (vs 51)
k. Muitas vezes nós esperamos Deus acalmar as tempestades das nossas vidas antes de deixar Ele entrar. Mas, não funciona assim.
l. Ele quer ser seu Senhor, não seu escravo.

II. Jesus no barco. (Mc 4:35-39)
a. A idéia desta viagem foi de Jesus.
b. Os discípulos o seguiram para dentro do barco, um bom começo; eles estavam seguindo Jesus.
c. Na primeira história, eles já estavam no barco e deixaram Jesus entrar; nesta, Eles estão começando com Ele dentro já.
d. Levantou a tempestade e o barco já estava quase indo para o fundo.
i. Jesus estava dormindo. Não que Ele não se importvava, mas não estava preocupado.
ii. Os discipulos estavam com medo de morrer.
iii. Eles esqueceram que Jesus estava no barco.
e. Ao lembrar de Jesus, acordaram Ele com a pergunta, “Mestre, não te importamos se pereçamos?”



i. Nós muitas vezes, nas tempestades da vida, questionamos se Deus realmente se importa.

“De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.” (Hb 13:5)

f. Jesus se levantou e repreendeu o vento, “Cala-te, aquieta-te.”
g. E assim a tempestade acabou.
h. Os discípulos sentiram um grande temor, “Mas quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?”
i. O que parece impossível ou fora do controle é nada mais do que um vento esperando ser repreendido por Jesus.
j. Temos que nos lembrar de quem Ele é.

Conclusão:
• Como está indo sua viagem, sua vida?
• Tem achado tempestades?
• Você se sente sozinho no seu barco?
• Você está sozinho?
• Convide Jesus a entrar na sua vida. E depois que Ele entra, independente das tempestades que se levantam contra sua pessoa, nunca esqueça que Ele está contigo e Ele se importa.

MENSAGEM EXTRAÍDA:www.geracaobenjamim.com