ESTE BLOG É DEDICADO A VOCÊ,QUE APESAR DE ENFRENTAR SITUAÇÕES ADVERSAS E DESESPERADORAS,CONSEGUE CONTINUAR ACREDITANDO QUE MUDAR É POSSÍVEL. A VOCÊ QUE,APESAR DE AS VEZES TOMAR DECISÕES ERRADAS,TEM A CORAGEM E HONESTIDADE DE ADMITIR SEUS ERROS. A VOCE QUE,APESAR DE TER TODAS AS RAZÕES PARA DESISTIR,AINDA ASSIM ACREDITA QUE PODE SARAR ESTA GERAÇÃO!!!
quinta-feira, 30 de junho de 2011
A TAREFA DE RECOMEÇAR
“A grandeza humana não está na coragem com que recebemos os infortúnios, nem quando enfrentamos com heroísmo os momentos mais difíceis. A grandeza está na nossa capacidade de prosseguir”.
Esta frase estava escrita num perfil do orkut. Li por várias vezes e, depois de analisá-la, não pude concordar 100% com ela. Eu acredito que haja, sim, nobreza humana na coragem e no heroísmo com que enfrentamos as adversidades, mas a frase me fez refletir sobre o quanto é difícil o recomeço para qualquer ser humano, depois de atravessar um momento trágico na vida.
Mais nobre é aprender a dar a volta por cima e recomeçar! Posso aqui enumerar uma porção de coisas que nos abalariam hoje e que poderiam nos deixar sem forças para recomeçar e prosseguir a caminhada, mas isto nem é necessário, todos sabemos muito bem o que é a dor de uma perda, seja ela qual for, material ou humana.
A perda de um emprego, do imóvel onde moramos, do carro que não conseguimos pagar ou de qualquer outro bem material,até mesmo a perda do poder aquisitivo com direito a inclusão do nome nos órgãos de proteção ao crédito, pode abalar bastante uma família inteira, que encontrará dificuldades para reorganizar a vida depois.
Já a perda de uma grande amizade, de um amor que não deu certo ou mesmo a morte de alguém com quem convivemos e amamos, nos abalam a ponto de pensarmos que aquilo é motivo mais que suficiente para desistirmos de lutar e de continuarmos a viver. Algumas pessoas desejam até a morte.
Sem dúvida, não é fácil não! Só quem já viveu grandes perdas pode saber como é difícil um recomeço, mas eu garanto que se estão aqui para contar a história, é porque de alguma forma ou de outra enfrentaram e não se entregaram à dor. Se foi com heroísmo ou não, não importa, prosseguiram.
O que temos que reconhecer é que durante aquele momento de dor extrema, no ápice do sofrimento, Deus estava lá, bem juntinho, ajudando a passar pela luta. Em nenhum momento estivemos sozinhos, podem ter certeza. Por que então o Senhor não estaria conosco no recomeço de tudo? O segredo para um bom recomeço é olhar para o alvo, que é Cristo, e seguir a vida de mãos dadas com ELE.
“Porque eu, o Senhor teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo.” Isaías 41:13
terça-feira, 28 de junho de 2011
VOCÊ JÁ SE PERGUNTOU SE VOCÊ É NORMAL?
Esse é daquele tipo de texto que eu gostaria de ter escrito. Tremendo. Concordo em grau, número e gênero.
Entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, sobre uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal.
Essa frase do professor Hermógenes me fez refletir, e pensar no modelo comportamental que nos é ventilado diariamente.
Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. Quem não se “normaliza”, quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo.
A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o quê de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?
Eles não existem.
Eles não existem.
Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.
A normose não é brincadeira.
Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar? Freqüentar terapeuta para bater papo? Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias.
Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo.
Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude.
E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes. “
Aprendamos, pelo amor de Deus, a sermos só o que somos, a sermos como somos, para a glória de Deus e para nossa alegria.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
AS DECEPÇÕES EM RELAÇÃO A OUTRAS PESSOAS, AS VEZES NOS FAZEM SER QUEM NÃO SOMOS
Sabe, todos nós nos decepcionamos. Faz parte do viver neste mundo caído. E nós nos decepcionamos, simplesmente, porque somos humanos.
Nós nos decepcionamos porque temos expectativas em relação às outras pessoas (esperamos algo delas); porque confiamos nelas (e não há como conviver com alguém sem um mínimo de confiança); porque temos uma imagem a respeito de quem elas são (imaginamos coisas a respeito destas pessoas, formamos um quadro de quem esta pessoa é dentro de nós) e, de algum modo, nós pensamos que elas falharam conosco e este quadro que formamos dentro de nós se quebra em diversos pedaços.
Na verdade, a decepção vem como um sentimento humano que surge ao enxergamos as imperfeições, feiúras, sombras, contradições, adoecimentos e fraquezas das pessoas ao nosso redor e as nossas próprias. Porque, a verdade é que todos nós temos luzes e sombras, belezas e feiúras, forças e fraquezas, coragem e medo, certezas e dúvidas, saúde e doença. Somos humanos e estamos sendo, pouco a pouco, transformados pela graça, bondade, amor e misericórdia de Deus na imagem de Jesus. Nenhum de nós ainda chegou lá, mas estamos caminhando, um dia de cada vez.(Filipenses 3:12-14)
Se nós nos decepcionamos com alguém é porque esse alguém representava algo a mais para nós. Você não se decepciona com alguém que não admira, respeita ou valoriza. O fato é que pessoas sempre vão se decepcionar e vão decepcionar umas às outras. Isso porque nunca vamos conseguir estar sempre correspondendo a todas as expectativas que temos uns dos outros e até de nós mesmos. Afinal, somos apenas pó.
Muitas vezes, o que precisamos fazer, por mais difícil que pareça no momento, é parar, e, calmamente, pensar se o modo como estávamos olhando esta pessoa, esta situação e, até mesmo, nós mesmos era sadio, equilibrado e baseado na verdade ou se muito do que estávamos acreditando e esperando era baseado em sua maior parte nas nossas expectativas, desejos, imagens e carências.
Isso porque as pessoas não são a imagem que fazemos delas, elas não são o que queremos pensar que são ou o queremos que elas sejam; elas são quem são - limitadas, com suas belezas e feiúras, muitas vezes quebradas e doentes, falhas, contraditórias, sujeitas a errar, pecadoras, imperfeitas e em processo de crescimento. Podem elas estar há quarenta anos na igreja ou não serem cristãs: pessoas são pessoas.
Eu sei que pessoas falam coisas, prometem coisas, fazem coisas e, muitas vezes, nós escolhemos permitir que tudo aquilo, apenas, alimente, o que nós desejamos dentro de nós. Muitas vezes, em vez de lidarmos com a realidade, lidamos, apenas, com o que queríamos que fosse realidade. É aí que quando algo acontece e a realidade vem à tona, somos tomados de um grande sentimento de decepção. Parece que fomos traídos, enganados e perdemos a nossa vida em função de tudo aquilo em que escolhemos acreditar.
Pessoas podem vir e ir. Gente que fala em nome de Deus pode decepcionar você. A igreja é formada de gente imperfeita e humana como eu e como você que está lendo esta postagem. Podemos passar por injustiças, dores e angústias, mas nada e ninguém pode nos separar do extraordinário amor de Deus que foi revelado em Jesus.
Nós nos decepcionamos porque temos expectativas em relação às outras pessoas (esperamos algo delas); porque confiamos nelas (e não há como conviver com alguém sem um mínimo de confiança); porque temos uma imagem a respeito de quem elas são (imaginamos coisas a respeito destas pessoas, formamos um quadro de quem esta pessoa é dentro de nós) e, de algum modo, nós pensamos que elas falharam conosco e este quadro que formamos dentro de nós se quebra em diversos pedaços.
Na verdade, a decepção vem como um sentimento humano que surge ao enxergamos as imperfeições, feiúras, sombras, contradições, adoecimentos e fraquezas das pessoas ao nosso redor e as nossas próprias. Porque, a verdade é que todos nós temos luzes e sombras, belezas e feiúras, forças e fraquezas, coragem e medo, certezas e dúvidas, saúde e doença. Somos humanos e estamos sendo, pouco a pouco, transformados pela graça, bondade, amor e misericórdia de Deus na imagem de Jesus. Nenhum de nós ainda chegou lá, mas estamos caminhando, um dia de cada vez.(Filipenses 3:12-14)
Se nós nos decepcionamos com alguém é porque esse alguém representava algo a mais para nós. Você não se decepciona com alguém que não admira, respeita ou valoriza. O fato é que pessoas sempre vão se decepcionar e vão decepcionar umas às outras. Isso porque nunca vamos conseguir estar sempre correspondendo a todas as expectativas que temos uns dos outros e até de nós mesmos. Afinal, somos apenas pó.
Muitas vezes, o que precisamos fazer, por mais difícil que pareça no momento, é parar, e, calmamente, pensar se o modo como estávamos olhando esta pessoa, esta situação e, até mesmo, nós mesmos era sadio, equilibrado e baseado na verdade ou se muito do que estávamos acreditando e esperando era baseado em sua maior parte nas nossas expectativas, desejos, imagens e carências.
Isso porque as pessoas não são a imagem que fazemos delas, elas não são o que queremos pensar que são ou o queremos que elas sejam; elas são quem são - limitadas, com suas belezas e feiúras, muitas vezes quebradas e doentes, falhas, contraditórias, sujeitas a errar, pecadoras, imperfeitas e em processo de crescimento. Podem elas estar há quarenta anos na igreja ou não serem cristãs: pessoas são pessoas.
Eu sei que pessoas falam coisas, prometem coisas, fazem coisas e, muitas vezes, nós escolhemos permitir que tudo aquilo, apenas, alimente, o que nós desejamos dentro de nós. Muitas vezes, em vez de lidarmos com a realidade, lidamos, apenas, com o que queríamos que fosse realidade. É aí que quando algo acontece e a realidade vem à tona, somos tomados de um grande sentimento de decepção. Parece que fomos traídos, enganados e perdemos a nossa vida em função de tudo aquilo em que escolhemos acreditar.
Pessoas podem vir e ir. Gente que fala em nome de Deus pode decepcionar você. A igreja é formada de gente imperfeita e humana como eu e como você que está lendo esta postagem. Podemos passar por injustiças, dores e angústias, mas nada e ninguém pode nos separar do extraordinário amor de Deus que foi revelado em Jesus.
As vezes nos desesperamos por causa do que alguém fez, falou, deixou de fazer ou falar, se alguém nos abandona, Deus não abandona.
Quem disse que nós temos que ter uma imagem impecável diante de todo mundo? Será que nós não percebemos que não existe nem um justo, nem um sequer? Então, quem teria condições de nos julgar, se nem mesmo o próprio Deus quer nos julgar.
A religião sempre acaba nos levando a frustrações, decepções, mágoas, feridas e adoecimentos. Porque a religião é o homem querendo viver para Deus baseado em seus esforços, obras, justiças, imagens, desempenhos, realizações, ofertas, empenho e construções. Só que o Evangelho de Jesus não tem nada haver com a religião. O Evangelho de Jesus é bom e só faz bem.
Faça como o salmista, no Salmo 42: "Por que estás abatida, ó minha alma, por que te perturbas dentro em mim? Espere em Deus, pois ainda o louvarei, a Ele, meu Salvador e Deus meu".A religião sempre acaba nos levando a frustrações, decepções, mágoas, feridas e adoecimentos. Porque a religião é o homem querendo viver para Deus baseado em seus esforços, obras, justiças, imagens, desempenhos, realizações, ofertas, empenho e construções. Só que o Evangelho de Jesus não tem nada haver com a religião. O Evangelho de Jesus é bom e só faz bem.


